sexta-feira, 11 de julho de 2008

Retalhos poéticos de amor

por Ana e Carol (peço aqui licença poética para falar, licença?!)

Amar é bom
É muito bom
Porque quando a gente ama
Sentimos um pedacinho de Deus
O seu tão querer bem

Amo e amo e amo e amo
Numa liberdade sem medida
Num despropósito sem tamanho
Sem julgar, ou esperar, ou achar
Assim por quem tu és todo fofin-lindinho
De um jeito com defeito que perfeito é
Cheia de esperança
Numa paciência que sempre alcança
motivos para me deixar de pé
Na alegria de ver você sorrindo
e seus olhos pedindo para mirarem os meus

Como Deus, não quero carro, nem apartamento
Seu talento ou seus instrumentos
Quero um relacionamento
Descobrir a cada dia a delícia e o desafio que é conviver.
Me chatear, adormecer, fazer as pazes, te dizer
comer, amar você, ouvir, compreender e te ensinar
rir, chorar, lutar, vencer, brincar
brigar, correr, descansar, renunciar, te dar prazer
receber e ouvir dizer: eu amo você

Vou amontoar tua história com a minha
Delas fazer um balaio só
Que encaixe em outras vidas
Para construirmos um mundo melhor
Mas se a mim não decidir amar
Nem mesmo caminhar
Não vou me por a chorar
Vou aceitar e seguir te amando
Porque é isso que sou
um eterno amador do amor que me gerou
Pois quando te amo me sinto feliz
Me sinto tão bem
É Deus dentro de mim
Moldando outro eu
Que tem por querer
ser melhor para você
Ai, não sou egoísta
Não peço por mim
Peço por ti, pelos outros
Que Deus abençoe a todos

Amar é ser feliz desejando muito bem a outro bem.
Por amor suporto, imploro e sigo adiante
Não desejando a minha vontade
Mas a tua felicidade
Para hoje e eternamente amém.

p.s Novo... tenho que datar porque está em construção e é um pensamento posterior a outros textos. Julho de 2008 entre os dias 6 e 11.

Um comentário:

Carolina disse...

O amor é essa colcha de retalhos
um tuco-tuco descompassado
um vulcão de emoções
infinitas rimas sem aparente sentido
O perfeito na imperfeição...